
Aristóteles acreditava que a ética era uma ciência inexata passível de modificações. Com objetivo de alcançar a felicidade, ela não se ocupa com o que é imutável ou essencial, mas daquilo que é obtido por repetições, adquiridas de hábitos através de vícios e virtudes. E a partir das disposições naturais do homem, a moral as muda para que estejam de acordo com a razão, o ideal seria um estado de meio-termo, mas isso não costuma acontecer. Um exemplo são pessoas muito extrovertidas e outras totalmente introvertidas. A virtude é o meio-termo e vicio pode ser excesso ou falta. As virtudes só acontecem quando existe relação humana, em outro caso desaparece. A principal característica da moral aristotélica é o racionalismo, sendo a virtude uma ação consciente segundo a razão, ou seja, uma atividade que necessita de conhecimento racional.
De acordo com Aristóteles a existência de alguma coisa implica em quatro causas:
§ Causa material; do que a coisa é feita. Exemplo: madeira
§ Causa formal; a coisa
§ Causa eficiente; o que da origem ao processo. Exemplo: as mãos do marceneiro
§ Causa final; sua função. Exemplo:servir de apoio para coisas
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